Sociedade Portuguesa de BioAnalistas Clínicos (SPBS)
É uma associação profissional, técnico-científica, cultural, de utilidade pública e sem fins lucrativos e que tem como objectivos principais, além de promover e exigir uma mais e melhor prestação de cuidados de saúde para todos os Portugueses, principalmente os mais carenciados e desenraizados, com mais equidade, igualdade, eficácia e eficiência:
Representar os Profissionais de Análises Clínicas e Saúde Pública (art.º 2 dos estatutos);
Divulgar, Fazer e Participar em Actividades Técnico/Científicas, Formação Profissional, Jornadas e/ou Congressos, Publicação de Trabalhos Técnico/Científicos e todas as Actividades que tenham a ver com Investigação Técnico/Científicas e desenvolvimento Profissional e Académico (art.º 4 dos Estatutos);
Ter Comissões Técnico/Científicas, como o objectivo de promover a Formação, Investigação e Desenvolvimento Académico/Profissonal destas áreas científicas, como sejam a de: - Virologia; - Imuno-Genética; - Hemato-Oncologia; - Imuno-Hemoterapia; - Bioquímica/Endocrinologia; - Saúde Pública / Epidemiologia; - Microbiologia / Doenças Infecciosas; - Formação Contínua (pré e pós básica); - Ética e Deontologia; - Qualidade. (Irão ser criadas outras à medida que seja demonstrado o seu interesse e necessidade).
Publicar periodicamente a REVISTA CIENTÍFICA “bioanalise” tendo como objectivo principal a publicação de artigos de cariz Técnico/Científicos, com a periodicidade Bi ou Tri-anual;
Publicar periodicamente um Boletim Informativo – “O BioAnalista” de cariz generalista, com informação da Direcção e da Associação, em suporte informático através de notícias, organização de eventos e/ou opiniões, etc. no Site da SPBS e enviado a todos quantos se registem no Site da SPBS através da Newsletter, com actualização periódica;
Fazer a Nível Nacional: Cursos de Formação Profissional, Pós-graduações, Acções de Formação (congressos, jornadas, simpósios, etc.), ou patrocinar estas acções de formação;
Fazer protocolos com Instituições de Ensino e Saúde, para criação de cursos de Formação, Investigação, Pós-graduações, Mestrados e Doutoramentos;
Fazer e Promover, directa e/ou indirectamente, vários rastreios na área da saúde, tentando cobrir todas as regiões do país, em datas específicas e através de protocolos com Instituições Públicas e/ou Privadas, como por exemplo: da Diabetes, do Colesterol; dos Triglicerídeos, das Anemias; da SIDA, das Hepatites, etc. etc.
Fazer protocolos com o Ministério da Saúde e Instituições Privadas para encaminhar para confirmação dos dados laboratoriais e clínicos dos “doentes” que sejam detectados através destes rastreios, aconselhando-os da melhor solução.
Queremos uns serviços de saúde mais solidários entre si, entre profissionais, em que todos sejam parceiros e não concorrentes, não estejam de costas voltadas uns para os outros e pensem sempre e exclusivamente nos doentes, nas suas quietudes e no seu bem estar social, físico e psíquico;
Queremos uma saúde e uns serviços de saúde com mais qualidade, equidade, eficiência para que possamos prestar melhores cuidados de saúde, para todos, independentemente do credo, religião, raça, opção política, ou outra qualquer que seja.
Criar um Código Deontológico e um Estatuto Profissional próprio para os Técnicos de Análises Clínicas e Saúde Pública (BioAnalistas Clínicos);
Lutar por ter uma ORDEM PROFISSIONAL, que regule e faça o controlo do exercício profissional e dos profissionais que exercem a profissão, nas Instituições/Organizações: do Estado e da Privada;
Exigir o direito de igualdade e de tratamento, quer profissional, quer de carreira, etc. (direitos e deveres), com os outros profissionais das Análises Clínicas tendo em conta as habilitações por nós já adquiridas – Licenciaturas, Mestrados e Doutoramentos.
Exigir ao poder político a autorização dos Licenciados em Análises Clínicas a poderem autonomamente ou em associação com outros colegas, abrir: POSTOS de COLHEITAS e LABORATÓRIOS de ANÁLISES CLÍNICAS, como profissionais liberais (em vez do desemprego);
Apoiar juridicamente os Profissionais das Análises Clínicas na feitura dos contratos individuais de trabalho e/ou outros assuntos de interesse profissional.
Promover a associação de colegas, em grupos de profissionais liberais;
Propor a mudança da legislação hospitalar para que os Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica possam fazer parte das Comissões Técnicas dos Hospitais e dos Conselhos de Administração, como Vogais não executivos, mas poderem dar pareceres na área do Diagnóstico e Terapêutica;
Aderir a Associações Internacionais desta área profissional;
Exigimos que a Gestão dos Serviços Laboratoriais seja feita por Directores e Coordenadores das respectivas áreas profissionais, com formação específica para tal e tenham como objectivo principal e final o doente/utente/paciente;
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